quarta-feira, 25 de maio de 2011

Passifloras nativas do Rio Grande do Norte

O mundo marcha para destruição completa de suas riquezas naturais, retará apenas as espécies cultivadas pelo proprio homem e/ou aquelas que o homem não conseguirá desimar. Infelizmente é um quadro assustador. Isso já presenciamos na europa; quando retornei de uma viagem a Holanda encotrei um holandez que já mora no Brasil há algum tempo e lhe falei que estava admirado com o interior do seu pais, onde as vacas pastavam em verdadeiros jardins ! Ele sorriu e disse : mas... não há mais natureza ! Pura verdade !! Felizmente ainda temos um restinho por aqui. Vejamos as passifloras nativas. Pelo que pesquizei, encontei 6 espécies são elas:
Esta espécie é a passiflora cincinnata, tambem conhecida popularmente como maracujá muchila ou maracujá do mato. Tem flores belíssimas e muito perfumada, tem ampla distribuição em vários estados do Brasil. Oportunamente comentarei sobre as outras espécies.
Brevemente comentaremos também sobre as Bromélias do Rio Grande do Norte.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Calendário de Eventos

http://sites.google.com/site/orquidecampos/calendario-de-eventos

ANACHEILLIUM FRAGRANS Swartz*.

É uma planta de porte médio, com pseudobulbo e monofoliada. Ocorre com certa abundância nas nossas dunas, principalmente em lugares mais altos,  ventilados e com boa luminosidade. São epífitas, mas freqüentemente, são encontradas também na areia, sobre folhas mortas. Floresce em julho, agosto e setembro. Suas flores brancas de forma estrelada, exibem labelo supero em forma de concha, também branco com estrias cor purpúrea, são muito graciosas e exalam um agradabilíssimo perfume adocicado, que lembra  mel de abelhas. As flores são duráveis e freqüentemente encontram-se fecundadas no seu habitat .

Granulosa


As Cattleyas são plantas das regiões tropicais e subtropicais das Américas. Existem cerca de 70 espécies de cattleyas, das quais 27 são de ocorrência conhecida no Brasil.
No Nordeste oriental, há registro de 5 espécies, e no Rio Grande do Norte temos apenas uma que é a C. granulosa. É registrada sua ocorrência em AL, PE, PB. Ainda não foi detectada sua presença no Ceará, apesar do registro na Iconografia das Orquídeas do Brasil, pg 95, que refere sua presença nas serras do CE, PE e PI, contudo sua ocorrência em Sergipe já havia sido detectada por Eclésio Holanda
Acredito que o termo granulosa, fem. do adj. latino - granulosus,a,um, que significa granulado, faz alusão ao labelo que possui inúmeros grânulos de cor púrpura, e não aos salpicos de rosa e carmin que tingem as sépalas e pétalas, como há registro na literatura, uma vez que esses não possuem relevo. Suas parentes mais próximas são a C. elongata Barb.Rodr.-PE,BA,MG e C. porphyroglossa Lind.&Rchb.f. -RJ,PR,SC, ambas do grupo da C. Granulosa ALLIANCE.